
Por que visitar: são 3175 objetos que retratam a realidade da aristocracia baiana, divididos em doze coleções Cristal, Desenho, Diversos, Escultura, Gravura, Imaginária, Mobiliário, Ordens Honoríficas, Ourivesaria, Pintura, Porcelana e Prataria.
O que abordar com seu filho: “a partir do exemplo do casal Carlos e Margarida Costa Pinto, que colecionaram todos os objetos em exposição, pode-se discutir a importância da preservação do patrimônio e como isso contribui para a construção da história. Preservar é um exercício da cidadania”, diz a museóloga e coordenadora cultural do museu, Licia Greco.
Não deixe de ver: cursos, palestras, seminários e eventos diversos promovidos pelo setor cultural do museu.
O que a escola pode trabalhar: o museu possui um acervo que possibilita grande contextualização da sociedade baiana desde o século XVII até o início do XX. “Seria interessante os professores se aprofundarem na época colonial, imperial e no início da república, passando aos alunos como tudo se deu. Assim, a visita ao Costa Pinto ilustraria um pouco da realidade trabalhada em classe, dando um pouco mais de noção aos estudantes de como era a vida na época”, completa a coordenadora, Licia Greco. Visitas devem ser agendadas no (71) 3336-6081.
Melhor para: maiores de 15 anos
Na agenda: avenida Sete de Setembro, 2490, Vitória, tel. (71) 3336-6081, site: www.museucostapinto.com.br. De segunda-feira a domingo, das 14:30h às 19h. Fecha terça-feira.
Entrada: R$ 5 e R$ 3 (estudantes e idosos).