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Boletim da Educação

A Copa do Mundo nas escolas

por: Camilo Gomide

Alunos da EEB Simão Hess: Copa do Mundo na decoração e no conteúdo da escola
Foto: Osvaldo Noceti

Escolas podem liberar ou transmitir os jogos, desde que seja respeitada a carga horária e os 200 dias letivos

Copa do Mundo deixa a maioria dos brasileiros em estado de euforia. Com meses de antecedência o tema invade a publicidade, o comércio, os escritórios e, naturalmente, as escolas. Mais ou menos por essa época são revelados os horários das partidas. Descobre-se então, que dois jogos serão em dias de semana e durante o horário de aula/trabalho. E a pergunta: “Será que vão nos liberar pra ver os jogos?” passa a martelar na cabeça de estudantes e trabalhadores.

Pode parecer bobo, mas é assunto de Estado. O Estado de São Paulo, por exemplo, emitiu um decreto que libera os funcionários para ver os jogos, desde que o tempo perdido seja compensado depois. A medida deve se estender às escolas paulistas seguindo a mesma lógica: aula perdida deve ser reposta.

Em Santa Catarina, no dia da estreia brasileira, uma terça feira, 15/06, o governo decidiu que os alunos de instituições públicas do turno vespertino não poderão sair das escolas para assistir o jogo às 15h30. No entanto, não foi proibida a exibição dos jogos, desde que respeitado o horário e o cumprimento dos 200 dias letivos. Algumas escolas, como a EEB Simão José Hess, de Florianópolis, estão se preparando para isso. “Vamos colocar um telão com datashow pra transmitir o jogo para os alunos e os funcionários. Se não fizermos isso a criançada fica maluca”, diz a coordenadora Caren Cristina. No dia 25/06, quando o Brasil joga às 11 da manhã pela última rodada da primeira fase contra Portugal – os alunos do turno matutino do estado catarinense vão entrar mais cedo pra poder sair a tempo de ver a partida.

Copa na sala de aula

A festividade da Copa do Mundo pode ser aproveitada dentro de sala de aula. Algumas escolas vão além da confecção de decoração e incorporam o assunto ao conteúdo das aulas. Na Simão José Hess, foi desenvolvido um projeto interdisciplinar abordando a África e sua diversidade. “Não tínhamos como fugir da Copa, e resolvemos trabalhar o continente africano e sua cultura em todas as disciplinas”, conta a coordenadora Caren Cristina.

Camilo Gomide
Por

dia 8 de junho de 2010

Camilo Gomide é repórter do Educar para Crescer e tem certeza de que artes, esportes e ousadia podem melhorar a Educação do país

 
Comentários 






  • 22 de julho de 2010 às 1:46 pm

    rosana de Oliveira -

    Olá, trabalhamos em nossa escola de educação infantil na cidade jacarei o projeto copa durante o mês de junho, abordamos os paises e suas culturas, bandeiras, mascote e entre outros assuntos, Foi um sucesso as crianças saiam do colégio querendo saber qual atividades seriam no dia seguinte. Um abraço

  • 22 de julho de 2010 às 2:09 pm

    rosana de Oliveira -

    Olá, trabalhamos em nossa escola de educação infantil na cidade jacarei o projeto copa durante o mês de junho, abordamos os paises e suas culturas, bandeiras, mascote e entre outros assuntos, Foi um sucesso as crianças saiam do colégio querendo saber quais atividades seriam no dia seguinte. Um abraço

  • 14 de setembro de 2011 às 9:22 am

    MARCELA SOUZA -

    MUITO INTERESANTE,MAS,Ñ GOSTEI MUITO DE LER POR QUE O TEXTO ERA MUITO GRANDE E EU TINHA MAS O QUE FAZER……………
    SOU UMA MENINA QUE SE ENTERRESA NAS COISAS,MAS, EM ALGUMAS COISAS;;;;;;;;EM THIAGO


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