Educar para Crescer
busca

Educar para crescer

Boletim da Educação

Carreira e atratividade da profissão docente: reflexões

por: Iana Chan
Embora o Brasil tenha avançado na Educação, dados como o da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetizção) confirmam que ainda há muito a ser feito: a avaliação mostrou que 57,2% dos estudantes do terceiro ano do Ensino Fundamental não conseguem realizar operações básicas de Matemática, como somar e subtrair. 

A fim de apoiar gestores educacionais na resolução dos problemas que enfrentam diariamente, a Fundação Itaú Social organizou no dia 05 de setembro um seminário para discutir o Plano de Carreira do Professor, que integra o Ciclo de Debates – Gestão Educacional, realizado ao longo do ano em São Paulo.

Estiveram presentes o consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) e Diretor do Instituto de Governança e Gestão Pública da ESADE (Barcelona), Francisco Longo; Nelson Marconi, professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas; a presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho; e o diretor de Valorização dos Profissionais de Educação da recém-criada Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do Ministério da Educação, Antonio Roberto Lambertucci.

No discurso de abertura, o vice-presidente da Fundação Itaú Social, Antonio Matias, foi enfático na importância do professor para uma Educação de qualidade: “Não existe desenvolvimento sustentável se a Educação não for prioridade de um país, e o docente é eixo central dessa discussão”.

Mas, afinal, o que é preciso para garantir bons professores?

Durante o seminário, pesquisadores e gestores apresentaram tendências e boas práticas na área de gestão para tentar encontrar a equação que garante um corpo docente de qualidade. Uma pesquisa da Fundação Victor Civita em parceria com a Fundação Carlos Chagas  sobre a atratividade da carreira docente (veja íntegra) revelou que apenas 2% dos jovens do Ensino Médio indicaram como primeira opção de ingresso a faculdade de Pedagogia ou Licenciatura.

A atratividade na carreira começa com a valorização do professor. O cargo precisa ser interessante economicamente para que atraia e retenha talentos, mas, segundo Francisco Longo, este é apenas um dos elementos, incapaz de modificar sozinho a Educação de um país. Na Finlândia, os professores não ganham salários altíssimos, mas gozam de excelente prestígio social, pois  a carreira é muito exigente e concorrida, explicou o espanhol. Portanto, é preciso ir além: além de um salário satisfatório, os convidados do seminário indicaram o resgate do prestígio social do professor e a organização de um plano de carreira para que se reverta o quadro atual.

Plano de Carreira

Todos os presentes no debate concordaram que a estruturação de um plano de carreira está entre as soluções para o problema da qualidade na Educação. Hoje mais da metade dos municípios brasileiros não oferecem essa modalidade, segundo dados do Plano de Ações Articuladas.O Plano Nacional de Educação  (PNE), em tramitação no Congresso, prevê como meta assegurar, no prazo de dois anos, desses planos para todos os profissionais do magistério. O diretor de Valorização dos Profissionais de Educação do Ministério da Educação (MEC), Antonio Roberto Lambertucci, disse que os municípios estão sendo estimulados a apresentá-los.

Para Francisco Longo, o plano de carreira deve se organizar pautado pela  meritocracia e pela flexibilidade. De um lado, a meritocracia garante a competitividade e a estabilidade, enquanto a flexibilidade assegura responsividade, isto é, a capacidade de responder rapidamente, e a possibilidade de, por exemplo, diferenciar recompensas segundo desempenho demonstrado. “Profissionalizar o emprego público assegura a transparência e limita a corrupção, além de melhorar a qualidade de serviço aos usuários”, enumerou o professor.

O professor da FGV Nelson Marconi, que fez apresentação sobre Gestão Estratégica de Recursos Humanos no setor público, lembrou uma boa gestão é capaz de “garantir servidores estimulados para desenvolver seu trabalho de maneira eficiente a alcançar os resultados ambicionados pela organização”. Para ele, é preciso estruturar incentivos para possibilitar a cobrança do resultado que a organização deseja: “Sou a favor do bônus para os professores, como é feito hoje no Estado de São Paulo”.

Um plano de carreira precisa ter base em critérios de avaliação de desempenho. Segundo Longo, isso funciona não só como meio de premiar ou punir os resultados e, portanto, estimular a dedicação dos professores, mas também como instrumento de análise sobre o que e onde é possível melhorar.  Além disso, o professor também acredita que a mensuração de trabalho  dos professores implicaria o reconhecimento da sua importância: “As profissões se legitimam sendo avaliadas”, completa.

A presidente da Undime (União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação), Cleuza Repulho, relacionou a falta de perspectiva na carreira de professor à falta de profissionais qualificados: um a cada cinco professores da rede pública tem formação insuficiente para exercer a profissão e está, portanto, em situação irregular.

“As crianças não podem dar sorte ou azar de caírem em uma escola em que os professores são preparados ou despreparados”, lamentou Cleuza, que falou sobre os marcos legais da questão salarial no Brasil. Entre eles, a Lei do Piso (2008), cujo  recente julgamento no STF instituiu sua validade para todo país,  rejeitando a alegação de cinco Estados quanto a sua inconstitucionalidade.  O valor atual do piso é de R$ 1.178,14.  “Mais importante do que garantir o piso é garantir carreira aos professores”, conclui Cleuza.

Por fim, o espanhol Francisco Longo advertiu que a Educação só será prioridade para os governos quando assim o for para a sociedade. “Realidade não se muda por decreto. Sem uma cidadania ativa e vigilante sobre o processo, não conseguiremos avanços”, alertou.

O próximo seminário acontece no dia 28 de novembro, também no Itaú Cultural. O tema será Diretrizes Curriculares. Para se inscrever ou obter mais informações, acesse o site da Fundação Itaú Social.

 

Com projeto em creche, mineira é Educadora do Ano

por: Equipe do Educar para Crescer

por Gilberto Ivamoto

Foto: Kris Knack

Na noite desta segunda-feira, 18 de outubro, durante a 13ª edição do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10, a Educação Infantil ganhou destaque especial com a premiação de “Educador do Ano” para a professora Silvia Ulisses de Jesus, de Belo Horizonte, MG.

Na Unidade Municipal de Educação Infantil Pedreira Padre Lopes, Silvia mostra às famílias que a creche não é apenas um local para deixar as crianças durante o horário de trabalho. A professora utiliza um tapete sensorial, espelhos, imitações e atividades com sabores e sons para estimular os bebês a descobrir o mundo e seu próprio corpo. Assim, com muito estudo e planejamento, a “Educadora do Ano” conseguiu unir o “educar” ao “cuidar”.

Em emocionante cerimônia realizada na Sala São Paulo, que contou com a apresentação do ator Vladimir Brichta e show de Toquinho, outros nove professores e uma gestora tiveram seus trabalhos reconhecidos com um troféu e R$ 15 mil cada um. A professora Silvia, além do troféu e dos R$ 15 mil, recebeu uma bolsa de pós-graduação para Educação continuada em uma instituição de sua preferência.

Clique aqui e conheça os 11 educadores premiados que representam o total de 3,4 mil projetos inscritos neste ano. Você verá que para qualquer disciplina, de artes à matemática, e para estudantes de todas as faixas etárias é possível realizar projetos que contribuem para a melhoria da Educação da sua escola e do Brasil.

 

Rei Pelé fala da importância da Educação e dos professores

por: Camilo Gomide

Foto: Paulo Salomão

O atleta do século relembrou de seus tempos de professor e de seus grandes mestres

Muita gente não sabe, mas Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, é também professor. Formado em Educação Física pela Faculdade de Educação Física de Santos, na década de 70, Pelé contou que Educação sempre foi uma prioridade em sua vida. “Quando mudei para Bauru, ainda criança, jogava nos times de rua da época. Mas meu pai me pegou um dia e disse que eu só ia jogar bola se fosse pra escola”, disse o rei na divulgação de um programa de educação esportiva que leva seu nome, o P.E.L.E (Programa Esportivo Lúdico Escolar).

Aos 17 anos, já era campeão do mundo com a seleção brasileira, campeão paulista pelo Santos, seu time de coração, e mesmo assim decidiu tirar o diploma do ensino superior. “Eu já era artilheiro e campeão pelo Santos e pelo Brasil, mas o professor Julio Mazzei (preparador físico do Santos na época) sempre dizia que eu precisava fazer uma faculdade. Foi aí que eu decidi fazer Educação Física”, disse Pelé.

O rei também destacou a importância do estudo para os jogadores de futebol. “Tem atleta que acaba a carreira e não sabe o que fazer porque não teve base escolar. Infelizmente no Brasil é assim, temos que reverter esse quadro”, disse Pelé, que também dá conselhos para a garotada do Santos, inclusive para Neymar, revelação do alvinegro praiano envolvido em algumas polêmicas nos últimos meses. “Eu tive professores que me orientaram durante a vida e eu tento fazer isso com a molecada do Santos. Falei pro Neymar o quanto era importante cuidar da vida dele fora do futebol”.

Para saber mais sobre o P.E.L.E clique aqui

Para saber mais sobre a importância da Educação Física clique aqui

15 de outubro de 2010

Tags: , , , ,

Comente aqui
 

Ter bons professores é principal preocupação dos brasileiros

por: Bruna Nicolilelo

todosUma em cada quatro pessoas acredita que o direito mais importante ligado à Educação é ter professores competentes e motivados. Em segundo lugar, está a garantia de vaga na Educação básica, seguida pelas ofertas de reforço escolar, transporte gratuito para ir à escola e matricular a criança com necessidades especiais em escola regular. Em última posição na percepção da população, está o direito de ter alunos aprendendo o que é adequado à sua série.

Essas foram as conclusões apontadas pela pesquisa “A participação dos pais na Educação dos filhos”, realizada pelo Ibope e divulgada pelo movimento Todos pela Educação nesta quarta-feira em São Paulo. Foram ouvidas 1.350 pessoas, homens e mulheres entre 16 e 69 anos, das regiões metropolitanas da Bahia, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No interior, também participaram da amostra municípios com mais de 50 mil habitantes desses estados.

A divulgação dos números, um recorte de uma ampla pesquisa encomendada pelo EDUCAR PARA CRESCER que será divulgada no próximo mês, uma das ações de mobilização da campanha Eu, Você, Todos pela Educação, que pretende estimular e ampliar a participação das famílias na Educação de seus filhos. A campanha, que foi lançada durante o evento desta quarta, terá diversas ações de comunicação, como uma parceria firmada com o Clube dos 13, investimento em redes sociais e veiculação de filmes na TV. O vídeo com a atriz Cláudia Abreu já está no ar.

“A Educação tem que ser prioridade. Se não houver um envolvimento de todos, não vamos atingir os patamares que o Brasil precisa”, afirmou o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do movimento Todos pela Educação. Para Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do movimento, é preciso focar na aprendizagem. “Não basta só colocar todas as crianças na escola. Temos que fazer com que elas aprendam”, disse.

Estiveram presentens no evento de divulgação da pesquisa, realizado no Museu de Arte Moderna (MAM), empresários e personalidades engajadas na campanha do Todos pela Educação, como Luís Norberto Pascoal, Daniel Feffer e Nizan Guanaes. As atrizes Mariana Ximenes e Regina Duarte e a ex-jogadora de vôlei e presidente do Instituto Esporte e Educação, Ana Moser, também estiveram por lá. Mariana é uma das celebridades que deu seu depoimento para os filmes da campanha.

Assista aqui ao vídeo em que a atriz Cludia Abreu explica por que gosta de acompanhar de perto a Educação dos filhos.

12 de novembro de 2009

Tags: , ,

2 comentários
 

Para especialista, bons professores podem fazer a diferença no Brasil

por: Bruna Nicolilelo

HanushekEric Hanushek, professor da Universidade de Stanford, afirmou na manhã desta quarta-feira que a qualificação dos professores é a chave para a melhoria da Educação.

Em palestra durante o Seminário Educação e Desenvolvimento, organizado pela Fundação Itaú Social no Museu Brasileiro da Escultura (Mube), em São Paulo, Hanushek falou sobre a importância de qualificar os professores e fez afirmações polêmicas. “Não importa o tempo que a criança fica na escola, mas sim a quantidade de conteúdo que ela aprende”, disse.

Hanushek integrante da Academia Nacional para Educação dos Estados Unidos e um dos mais influentes estudiosos do impacto do investimento em Educação no desenvolvimento econômico de um país.

Para ele, um bom professor é capaz de minimizar as diferenças entre uma criança de família rica e outra menos favorecida socialmente. Por isso, o pesquisador defendeu o investimento na qualificação dos profissionais. “Nenhuma política é mais eficiente do que um programa de qualficação dos professores”, afirmou. Ele destacou a importância de uma implantação de políticas de gratificação aos bons educadores.

O professor americano também enfatizou que o aumento do número de crianças na escola não significa que a Educação de um país esteja melhorando. Ele lembrou o fraco desempenho do Brasil nas avaliações internacionais, como o Pisa. No último ranking, o Brasil ocupou o 48º lugar (entre 57 pases) em Leitura; 53º lugar em Matemtica (entre 56); e 52º lugar em Cincias, dentre todos os participantes – uma das piores classificações da lista.

Também participaram do debate Alosio Araújo, da FGV; Maria Helena Castro, professora da Unicamp e ex-secretária de Educação do Estado de São Paulo; Naércio de Menezes Filho, da USP e do Ibmec; e Ricardo Paes de Barros, do Ipea. Todos defenderam a implantação de políticas de gratificação aos bons professores e salientaram a relação entre Educação e desenvolvimento econômico.

por Marina Azaredo

LEIA MAIS:
Educação é dinheiro – Entrevista com Eric Hanushek

 

Professores brasileiros perdem 17% das aulas com indisciplina

por: Bruna Nicolilelo

professor

No Brasil, os professores gastam 17% do tempo em sala de aula tentando manter a disciplina dos alunos, mesmo índice da Malásia. No mundo, a média é de 13%. Em países como Bulgária, Estônia, Lituânia e Polônia, o percentual não passa de 10%. O resultado é que o trabalho dos professores fica prejudicado pelo mau comportamento dos alunos. Essa é uma das conclusões de um estudo divulgado pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) nesta terça-feira.

O relatório da OCDE mostra que a maioria (71%, maior percentual registrado) dos professores brasileiros começou a dar aulas sem ter passado por um processo de adaptação ou monitoria. A média dos países nesse quesito é de 25%.

Os brasileiros são dos que mais afirmam (84%) que gostariam de participar de cursos de desenvolvimento profissional. Esse percentual só é maior no México (85%).

A pesquisa também constatou que os professores brasileiros trabalham com turmas com número de alunos (32) acima da média (24). Apenas no México, na Malásia e na Coreia do Sul essa relação é maior.

O relatório destaca também que a falta de incentivos e reconhecimento afeta três em cada professores no mundo. Um em cada três diretores de escola acha que seus funcionários não estão suficientemente qualificados.

O estudo mostra que a profissão enfrenta momentos difíceis, mas também afirma que o ensino pode melhorar com soluções relativamente simples, como a formação dos professores ou uma avaliação periódica de seu desempenho. “Professores qualificados são a chave para a implementação de políticas educacionais bem-sucedidas”, afirmou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurra.

A pesquisa foi realizada em 23 pases: Austrália, Bélgica, Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estônia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Coreia do Sul, Lituânia, Malásia, Malta, México, Noruega, Polônia, Portugal, Eslováquia, Eslovênia, Espanha e Turquia. Cada país participante teve 200 escolas analisadas. Um questionário foi respondido pelo diretor e outro, por 20 professores selecionados. No Brasil, 5.687 professores responderam ao questionário, aplicado em 2007 e 2008. Leia o estudo completo aqui (em inglês).

Na sua opinião, o que poderia ser feito para melhorar a situação dos professores?

LEIA MAIS:
Quando ensinar é uma guerra

Por Marina Azaredo

16 de junho de 2009

Tags: , ,

1 comentário
 

Estudo mostra que maioria dos professores leciona em uma escola

por: Bruna Nicolilelo

O Ministério da Educao (MEC) divulgou hoje os resultados do Educacenso, que faz uma radiografia da situação do professor brasileiro. Segundo o estudo, quase 81% dos docentes trabalham em apenas uma escola, mais de 60% lecionam em um único turno e quase 40% são responsveis por somente uma turma, informa o Estado. Os resultados contradizemum estereótipo dominante sobre os docentes, o de que eles lecionariam em muitas escolas, para muitas turmas — embora os dados do estudo no reflitam a realidade de parte dos professores de grandes cidades, como São Paulo.

No que diz respeito à formação, o estudo mostra que a maioria tem algum tipo de instrução, mas ela não é adequada para o que o professor está ensinando. No País, 15.963 docentes (menos de 1% do total) cursou apenas o ensino fundamental. A maioria dá aulas para 1ª a 4ª séries. Ainda assim, 441 dá aulas para alunos para estudantes do ensino médio, nível que eles não chegaram a cursar.

28 de maio de 2009

Tags: , ,

3 comentários
 

Evento discute uso de diferentes linguagens na Educação

por: Bruna Nicolilelo

A cidade de São Paulo recebeu, no dia 29 de abril, a sétima edição do Congresso Internacional de Educação. Cerca de 8 mil professores, de diferentes partes do estado, compareceram ao Ginásio do Ibirapuera para acompanhar o debate sobre o uso de diferentes linguagens no ensino público.

Temas como a importância da oralidade na capacitação da escrita e as novas tecnologias aplicadas em sala de aula foram abordados por palestrantes de diversas áreas. Além de professores e doutores, o congresso recebeu celebridades como a apresentadora de TV Rosana Hermann e o escritor de novelas Walcyr Carrasco, que falou da importância das peças de teatro nas escolas.

A palestra mais aguardada, no entanto, foi sobre a importância do aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras), para professores que têm alunos surdos em suas classes. “Temos que saber mais da língua de sinais para facilitar a inclusão dos alunos com deficiência”, comentou Sueli Moreira, professora de uma CEI (Centro de Educação Infantil) da cidade de São Paulo, presente no congresso.

No dia 12 de maio, o congresso terá uma edição em Salvador (BA), para mais informações acesse: http://www.congressomoderna.com.br/

30 de abril de 2009

Tags: , ,

3 comentários
 

roda blog

Realização

Apoio