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Boletim da Educação

1ª Reunião do conselho do Educar para Crescer debate metas para 2009

por: Bruna Nicolilelo

Da esquerda para direita, Roberto Civita, Jairo Mendes Leal e Paulo Skaf, durante a reunio do conselho do EDUCAR PARA CRESCER

Os conselheiros do EDUCAR PARACRESCER reuniram-se na última tera-feira, 3/2, no prédio da Editora Abril, em São Paulo, para conhecer as conquistas do projeto em 2008 e discutir o planejamento para esse ano. Entre as ações programadas para 2009, estão as cartilhas sobre Educação. Elas serão encartadas nas revistas Veja, Exame, Claudia e Ana Maria e terão conteúdo voltado para o leitor de cada título. A ideia inicial é que sejam distribuídos cerca de 3 milhões de exemplares.

Para o presidente do Conselho de Administração do Grupo Abril, Roberto Civita, fundador e membro do conselho do EDUCAR PARA CRESCER, as cartilhas devem instruir e mobilizar a sociedade. “Elas serão destacáveis, práticas e utilizáveis, para que assim, a mãe de um aluno, por exemplo, vá conversar sobre a questão com o educador da escola do seu filho. São cartilhas que mostrarão como as pessoas podem se envolver com o tema”, explicou. O economista Naércio Menezes, professor do Ibmec, sugeriu que as cartilhas abordem temas práticos, como a relação entre escolaridade e aumento de salário. Já o ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega opinou sobre incluir a relação entre Educação e desenvolvimento econômico nas cartilhas.

O Conselho
O EDUCAR PARA CRESCER tem um conselho composto por especialistas em Educação e representantes da Abril e de seus parceiros. Estiveram presentes na reunião os conselheiros Paulo Skaf (presidente da Fiesp), Claudio Moura Castro (economista especialista em Educação), Naércio Menezes de Aquino (diretor do Instituto Futuro Brasil), Maria Helena Guimarães (secretria estadual de Educação de São Paulo), Mailson da Nóbrega (ex-ministro da Fazenda), Gustavo Ioschpe (economista especialista em Educação), Ana Lima (diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro), David Saad (vice-presidente da Fundação Victor Civita), Maria Alice Setúbal (presidente do Cenpec), Jairo Mendes Leal (presidente da EditoraAbril), Mauro Calliari (presidente da Abril Educação), Elizabeth Vargas e Elizabeth Guedes (Anhembi-Morumbi).

6 de fevereiro de 2009

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Merenda mais saudável em SP

por: Bruna Nicolilelo

Pesquisas em todo Brasil indicam que a hora do lanche nas escolas é cheia de guloseimas engordativas, o que ajuda a engrossar os índices de obesidade infantil. E á para evitar a dupla excesso de calorias + escassez de nutrientes que o Estado de São Paulo vai alterar o cardápio escolar dos municípios paulistas. Quando as aulas começarem, no dia 11, a novidade para 1 milhão de estudantes é uma salsicha especial, com menor quantidade de gordura e sódio.

Para fiscalizar o que é servido na cantina, especialistas aconselham os pais a conversar com os filhos a respeito diariamente e visitar a escola no horário da merenda. Assim, dá pra descobrir a qualidade do que é servido às crianças. Para saber mais, leia a reportagem Como melhorar a merenda do seu filho?, que enumera cinco atitudes que os pais podem tomar para melhorar a qualidade dos alimentos que o filho come na escola. Na dvúida sobre o que colocar na lancheira? Aproveite as dicas de lanches saudáveis, com menos de 400 calorias, sugeridos na reportagem 2idias de menu saudável para a merenda.

29 de janeiro de 2009

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Cursinhos comunitários abrem inscrições. Veja as datas

por: Bruna Nicolilelo

O Educar para Crescer acaba de publicar um levantamento de cursinhos pré-vestibulares comunitários em todo país. Essas instituições têm serviços gratuitos ou mensalidades com preços bem abaixo do mercado. De norte a sul do país, existem várias opções para quem deseja entrar em boas faculdades.

Confira a lista clicando aqui.

22 de janeiro de 2009

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Novo piso salarial, passo a passo

por: Bruna Nicolilelo

A lei que fixou o piso nacional de R$ 950 para educadores, sancionada pelo presidente Lula em julho, foi saudada por especialistas como uma forma de atrair jovens talentos para o magistrio e assim elevar a qualidade da Educao nacional. "Concordo com a lei e acho que, progressivamente, devemos elevar esse piso para tentar atrair os melhores alunos das faculdades", diz a secretria da educao municipal do Rio de Janeiro, Claudia Costin.

Mas a nova norma no contempla apenas a questo salarial, apesar de ser esse seu aspecto mais lembrado. H questes polmicas, como a deciso de reservar mais horas para atividades extraclasse, o que implicaria na contratao de mais professores e conseqentemente, mais gastos.

Para entender como funciona o novo piso, leiaasquestesabaixo, formuladas a partir de dvidas enviadas por nossos leitorespelo blog.

1. O que a lei estabelece?
Alm de estabelecer os R$ 950 como piso salarial, a nova legislao prev que as redes reservem no mnimo um tero da carga horria de trabalho dos professores para atividades extraclasse. Para cumprir essa determinao, ser preciso contratar novos professores, o que pode levar a dificuldades oramentrias, j que a lei no explica de onde vir o dinheiro para cumpri-la. Por isso, o Conselho Nacional de Secretrios de Educao (Consed) e a Unio Nacional de Dirigentes Municipais da Educao (Undime) se manifestaram contra a medida.

2. Quem tem direito ao aumento?
Todos os profissionais da Educao bsica pblica: professores, diretores, coordenadores e orientadores pedaggicos, supervisores e inspetores. Mas a lei exige que esses profissionais trabalhem dentro da escola.

3. Qual a carga horria mnima para ser beneficiado?
O piso vale para professoresformados, no mnimo, em Ensino Mdio na modalidade Normal (antigo magistrio), comcarga horria de 40 horas semanais.Educadores com cargas horrias inferiores recebero valor proporcional ao de horas cumpridas, tendo como base os R$ 950.

19 de janeiro de 2009
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