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Isto dá certo

Contra a violência infantil: usuários de redes sociais trocam foto do perfil por desenho

por: Manoela Meyer

Você percebeu a quantidade de pessoas que trocaram suas fotos de perfil por personagens de desenhos animados ou histórias em quadrinhos? O novo modismo começou há poucos dias pelo Facebook e só termina no dia 12. Além de remeter claramente ao Dia das Crianças, muita gente aproveitou para aderir a uma “Campanha Contra a Violência Infantil”.

A onda não é exclusividade dos brasileiros. No ano passado, por exemplo, foi lançado um movimento semelhante em Portugal. Mas nada se compara aos números impressionantes que os usuários brasileiros conseguem atingir. Só no primeiro dia, estima-se que mais de 100 mil pessoas aderiram.

O Educar decidiu aproveitar o gancho para resgatar matérias publicadas sobre o assunto. Achamos que o tema não pode jamais sair de moda e deve ser constantemente revisto.

Você sabe, por exemplo, o que diz a polêmica “Lei da Palmada” que tramita atualmente na Câmara Federal? É um projeto de lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente e proíbe castigos físicos e humilhantes contra os pequenos – incluindo palmadas, beliscões e apertões.

Clicando aqui você fica sabendo mais sobre a lei, e sobre como educar seu filho sem recorrer aos castigos físicos.

nessa matéria, falamos da importância de criar as crianças para que saibam se relacionar com as pessoas e o mundo. Afinal, é bom que os pais não percam de vista as emoções de seus filhos.

Por último, que tal fazer um teste para descobrir se você sabe dar limites ao seu filho?

 

Juntos pelo ECA

por: Camilo Gomide

Em comemoração aos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, instituições debatem os avanços e desafios da lei e assinam carta de intenções

No dia 13 de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente completou 20 anos de existência. Para celebrar a data, discutir as realizações e o futuro da lei e mobilizar outras instituições, 12 empresas e fundações se reuniram nessa terça-feira, 21 de setembro, no evento Juntos pelo ECA.

Questões como a necessidade de se derrubar a DRU da Educação, investir na formação de profissionais para lidar com questões relativas a menores e conscientizar a sociedade civil da importância do estatuto foram discutidas por especialistas da área. No final do evento, foi assinada uma carta de intenções para mobilizar mais empresas a investirem em projetos de apoio a crianças e adolescentes.

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Concurso premia melhores histórias sobre o ECA

por: Bruna Nicolilelo

Já pensou em fazer um texto ou um vídeo sobre uma história legal que você conheça e ainda ganhar um prêmio por isso? Pois é justamente isso que propõe o 5º Concurso Causos do ECA, do Portal Pró-Menino. ECA, para quem não sabe, é o Estatuto da Criança e do Adolescente.

As inscrições para o concurso foram prorrogadas até o dia 29 de junho. Por isso, você ainda tem bastante tempo para preparar o seu vídeo ou o seu texto. O objetivo é contar boas histórias de cidadania vividas com a efetivação das diretrizes do ECA. Os causos devem ter impactado de maneira positiva a vida de uma criança ou adolescente, gerando alguma transformação social.

E o melhor de tudo é que não precisa ser profissional para participar. Você pode fazer o seu vídeo com celular ou máquina fotográfica, se não tiver uma filmadora. Há duas categorias para participar: ECA como instrumento de transformação e ECA na escola. O prêmio para o vencedor de cada categoria é R$ 10 mil. Qualquer um pode participar. Para mais informações, clique aqui. Não perca tempo!

 

Direito das crianças para as crianças

por: Bruna Nicolilelo


Home-page do novo site da Unicef

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou um site para conscientizar as crianças e os adolescentes de seus próprios direitos. O www.unicefkids.org.br o primeiro site infantil/ infanto-juvenil da organização em língua portuguesa. Todo colorido, com fotos lindas e textos simples, o portal é um bom instrumento para pais e professores que querem introduzir temas delicados como violência e direitos humanos de forma adequada aos pequenos. Além disso, o site disponibiliza várias opções de joguinhos (quebra-cabeças, jogo da memória, adivinhe a palavra, etc), desenhos para imprimir e colorir, testes, entre outras atividades. Vale uma visita.

15 de dezembro de 2008

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“Cala boca, professor” tem de morrer!

por: Bruna Nicolilelo

Boa notícia: A lei do silêncio, que proíbe os servidores públicos – professorem inclusos – de se manifestarem contra gestores e administração pública, está prestes a cair em São Paulo. A Assembleia Legislativa aprovou o projeto que revoga o primeiro inciso do artigo 242 do Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado. O texto prevê a punição dos servidores que manifestem opiniões depreciativas sobre seus superiores. O projeto vitorioso, do deputado Roberto Felício (PT), deve ainda passar por José Serra. O governador deve decidir pela sanção ou pelo veto.

Apesar da inexistência de casos recentes da aplicação da lei, ela paira como um fantasma opressor sobre os professores, que muitas vezes se recusam a falar por medo de sofrer represálias. A retirada desse item do Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado mais que urgente. Comemoramos a boa nova e felicitamos a ONG Ação Educativa pelo empenho em extinguir a lei da mordaça, um dos resquícios dos tempos da triste Ditadura Militar.

Mas é preciso lembrar: 17 Estados ainda mantém a lei do silêncio.

LEIA: A lei do silêncio

Por Eliane Scardovelli

12 de dezembro de 2008

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Faltas na rede pública: a lei de São Paulo e o fim da mamata

por: Bruna Nicolilelo

A lei paulista que limitou o número de faltas dos professores a, no máximo, 6 por ano começa a mostrar bons resultados. Os abonos por motivos médicos caíram 60% na rede estadual de São Paulo nos seis primeiros meses de vigência da regra.

Essa constatação pode ser reveladora. Antes da promulgação da lei, no dia 17 de abril deste ano, a Secretaria de Educação registrava 30 mil faltas diárias, o que equivale a 13% dos docentes fora das salas de aula. Será que todos eles tinham motivo para se ausentar? Bem provável que não.

A venda de atestados médicos é feita sem medo, na cara da polícia. É triste pensar que alguns educadores possam ter usado esse artifício para faturar umas folgas. Ao mesmo tempo, há professores que realmente precisam se afastar da escola por mais de 6 dias e têm justificativas legítimas para isso. Esses, infelizmente, acabam sendo prejudicados pela norma do Estado.

Mesmo que existam exceções, a lei veio em boa hora para coibir os abusos. Os resultados estão aí e bem que poderiam inspirar outros Estados.

E vocês, o que acham dessa lei?

LEIA MAIS:

Faltas: o pacto de mediocridade
É grande o número de faltas e afastamentos e o controle ineficiente da presença em classe

Sumidos da sala de aula
A história dos professores campeões em faltas chama atenção para uma lei benevolente e prejudicial ao ensino

 
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