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RESULTADO - Concurso Cultural "Fábrica de Poesia"

 

Confira os vencedores de cada categoria!

Se seu nome está aqui, parabéns! Entraremos em contato para pegar os endereços e enviar os prêmios! Aos que não ganharam dessa vez, aguardem o próximo concurso cultural!

Obrigado a todos que participaram!

LIMERIQUE


1º LUGAR - Elton C. A. Júnior (Bauru - SP)

Usei o alicate
Comi abacate
Andei de charrete
Chamei a Janete
Que dor de barriga

Prêmios: "Poesia de Bicicleta", de Sérgio Capparelli, "Poesias", de Fernando Pessoa e "Bandeira de Bolso", de Manuel Bandeira.


2º LUGAR - Tatiane Panzarini Labliuk (Pirapora do Bom Jesus - SP)

Havia uma donzela
Que se achava a mais bela
De tanto empinar o nariz
Caiu de cara a infeliz
Que assim se tornou banguela

Prêmios: "Poesia de Bicicleta", de Sérgio Capparelli e "Poesias", de Fernando Pessoa.


3º LUGAR - Vera Lúcia Scherer (Rio Grande - RS)

Um cavalheiro orgulhoso
tinha um cheiro horrorosos
tomava banho na quinta
e se fosse dia trinta
ganhou o Troféu Fedigoso.

Prêmio: "Poesia de Bicicleta", de Sérgio Capparelli.


HAICAI


1º LUGAR - Altair Cachone (Londrina - PR)

Na teia de aranha
Pernilongo desafina
Fim da picada

Prêmios: "HAI-KAIS", de Millôr Fernandes, "Poesia Reunida Vol. 2", de Affonso Romano de Sant'Anna e "Quintana de Bolso", de Mario Quintana.


2º LUGAR - Sérgio Bernardo (Nova Friburgo - RJ)

Bem cedo escurece
è o menino e sua pipa
encontram a Lua

Prêmios: "HAI-KAIS", de Millôr Fernandes" e "Poesia Reunida Vol. 2", de Affonso Romano de Sant'Anna.


3º LUGAR - Samantha Costa de Sousa (Paragominas - PA)

Dane-se minha gastrite

Já que o tempo foge
Eu quero deste café,
uma outra dose.

Prêmio: "HAI-KAIS", de Millôr Fernandes.


CORDEL


1º LUGAR - Arlene Moreira Rodrigues (Belo Horizonte - MG)

Era uma vez um sapo,
que em cima do meu colchão
gostava de ficar deitado,
Abraçado a um coração.
Foi num dia, bem me lembro...
Para chamar a minha atenção,
o sapo muito traquina,
Pulava e não parava não!
Indaguei o que queria,
Mas só sabia coaxar.
E aquela língua difí cil
Eu não sabia decifrar.
Levei o sapo para escola,
Muito contente ele ficou.
Nos ouvidos dos meus alunos
Um segredo cochichou.
Tentei descobrir o que era
E não puderam me contar
Fizeram um grande mistério...
Mas nada de revelar.
AH! Curiosa eu perguntei.
- Qual é o segredo que o sapo tem?
Minha professora querida,
Segredo, não se conta a ninguém...

Prêmios: "Cancioneiro", de Fernando Pessoa, "Poesia Reunida", de Martha Medeiros e "Bandeira de Bolso", de Manuel Bandeira.


2º LUGAR - Elenir Ferreira Nunes Gonçalves (Buritizeiro - MG)

Mulher boia-fria,
que parece tão fadigada,
na luta pelo pão,
se consome num cabo de enxada,
sol ardente e as mãos,
tão grossas e calejadas!
Enfrenta às madrugadas,
carroceria de caminhão,
com sono, estômago vazio,
no bolso, nenhum tostão,
nos tranques e baques do carro,
vai fazendo a sua oração!
Mulher que não se desanima,
mulher valente e corajosa,
tem orgulho do que faz,
se sente vitoriosa,
sem berço e sem sobrenome,
porém rara, tão preciosa!
Lenço e chapéu na cabeça,
cumprindo sempre o seu dever,
de enxada, foice e machado,
ofício que exerce com prazer.
Um troféu eu te ofereço,
mulher, você fez por merecer!

Prêmios: "Cancioneiro", de Fernando Pessoa e "Poesia Reunida", de Martha Medeiros.


3º LUGAR - Roque Aloisio Weschenfelder (Santa Rosa - RS)

Na luz desta madrugada,
Resplandece com fulgor
Um semblante muito belo
Que desperta grande ardor.
Já não resisto ao desejo
De declarar o meu amor.
Pelas frases desta vida
Desfila todo o clamor,
Mas dentre os versos que entoo
Mora uma pungente dor.
São resquícios de saudade
Insistentes a se impor.

Prêmio: "Cancioneiro", de Fernando Pessoa.


SONETOS


1º LUGAR - Rosane Granja Fernandes (Petrópolis - RJ)

Chega a chuva molhada e barulhenta
Hidrata a terra e alegra as flores
Dentro do vale inquietude turbulenta
Tempestades agora rimam com dores
Ecoa no ar um medo primeiro
Lembranças daquele onze de janeiro
Muitas vidas se perderam
Dali partiu muita gente
Montanhas de lama desceram
Cobrando a dívida com o ambiente
No meio da noite gritos e muito pranto
Revoltadíssimo ficou o rio com nome de santo
Mais de um ano corrido
A vida quase segue normal
Pois com o coraçao ferido
Nada será de novo igual
O mato cresceu, o rio baixou,
a paisagem ficou alterada
Casas destruídas
revelando uma saudade danada.

Prêmios: "Hamlet", de William Shakespeare, "Cecília de Bolso", de Cecília Meireles e "Romeu e Julieta", de William Shakespeare.


2º LUGAR - Francisca Alana Araújo Aragão (Sobral - CE)

Mamãe e papai numa briga que de longe dava pra ver
Eu não queria me meter, mas quando vi já tava dentro.
Mamãe, nos seus argumentos, enchia a boca pra dizer
Que daquela confusão ela é quem tinha razão.
Papai, muito alvoraçado, não sabia o que falar.
Não queria ser culpado, foi ai que resolveu apelar.
Com pressa, virou pra mim sua conversa
Minha filha me diga, se um jogo de birita é motivo pra briga?
Mamãe sempre falou mais alto
E essa ela não deixou barato
Seu cabra dê-se ao respeito
Que eu nunca vi birita com um par de peito.
Oh meu Deus, já tava juntando gente;
O povo se aglomera onde tem briga ou acidente.
Marcando presença, chegou quem eu temia,
Com um cuspe no chão e mão na virilha.
O cabra mais macho desse sertão,
Sempre acompanhado de seu facão,
Curioso por tamanha ladainha:
Chegou vovô, pai de mainha.
Naquela tarde, achei que sangue ia escorrer.
O que eu mais temia era meu pai perder.
Mas quando soube da traição,
Vovô nem pegou no facão.
Dispersou toda aquela gente,
Quem é que iria desacatar?
Ele tomou a atitude mais prudente:
Chamou meus pais pra prosear.
Nunca se teve notícia do conteúdo da conversa.
O que eu sei foi que meus pais saíram com pressa,
Alegres, se trancaram no quarto
E nunca mais falaram alto.

Prêmios: "Hamlet", de William Shakespeare e "Cecília de Bolso", de Cecília Meireles.


3º LUGAR - Leandro Raimundini (Batatais - SP)

A Saudade do tempinho em que eu brincava
fazendo duma praça o meu campinho;
Sorria muito,pois também jogava
com uma bola logo bem cedinho.
A tarde eu ia sempre pra escolinha
que fica perto de uma igreja bela;
Saindo da aula no caminho
eu vinha orar ao santo com a minha vela.
A noite sob as luzes das estrelas
ficava em casa lendo alguma história;
Dormia e mesmo assim queria vê-las...
"Princesas que não saem da memória".
Que tempo alegre...Guardo na lembrança...
Os bons momentos de ser a criança.

Prêmio: "Cecília de Bolso", de Cecília Meireles.





 

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