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ENTREVISTA

"As oportunidades na minha vida se abriram porque entreguei coisas que ajudavam a todos"

A empreendedora Bel Pesce destaca que o lucro não é o principal objetivo do empreendedorismo, mas sim um impacto positivo na vida das pessoas


05/11/2014 15:00
Texto Fabio Cardoso
Educar
Foto: Divulgação
Foto: Bel é autora de três livros
Bel é autora dos livros A Menina do Vale, A Menina do Vale 2 e Procuram-se Super-Heróis

"Para mim, um estudante de 15 anos que começa um clube de leitura no colégio está empreendendo. Eu tenho uma visão ampla de empreendedorismo e acho que tem muito mais a ver com protagonismo e tomar as rédeas daqueles projetos que você quer realizar na sua vida, porque faz sentido para o seu propósito ou porque impacta positivamente outras pessoas." Essa é a visão de Bel Pesce, uma jovem empreendedora brasileira.

Considerada uma das personalidades mais influentes entre os jovens, Bel estudou no concorrido MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, e trabalhou no Vale do Silício, região americana com grande concentração de empresas de tecnologia.

De volta ao Brasil, a autora de três livros - A Menina do Vale, A Menina do Vale 2 e Procuram-se Super-Heróis -, fundou a FazInova, uma escola com cursos presenciais e online sobre empreendedorismo.

Em entrevista ao Podcast Rio Bravo, Bel revela quais são os projetos que mais chamam a sua atenção na internet hoje e como é possível desenvolver talentos para conquistar novas oportunidades relacionadas à Educação e ao desenvolvimento.

Veja a seguir a entrevista - ou ouça a gravação (podcast número 300) na íntegra aqui.

Para ler, clique nos itens abaixo:
O que te levou a escrever a sua história e o que tem de diferente do primeiro para o segundo livro?
Na verdade, nenhum dos livros é sobre a minha história. Acontece bastante essa confusão. Junto com o livro, acabaram ficando famosos alguns vídeos que eu fiz no Youtube, que contavam a minha história. Então, como estourou ao mesmo tempo, muita gente acabou conhecendo a história por conhecer o livro.

Os livros contam aprendizados ao longo da minha jornada. O primeiro livro é focado em histórias simples de coisas que quando você olha para trás parece que sempre soube, porque são simples. Mas, teve um momento de aprendizado que foi muito importante na minha vida. Algo como entender realmente qual que é o valor de um plano de negócios, que é muito mais para você olhar, criticamente, se vale a pena colocar tempo naquilo do que para encontrar números mirabolantes para tentar convencer o investidor. Algo como a importância de achar alguém que, 20 anos atrás, estava em uma posição muito similar a que você está hoje e que já passou por coisas parecidas e pode te ajudar a tropeçar menos e acertar mais. Então, o primeiro livro tinha 21 histórias sempre nessa pegada de coisas simples, mas muito eficazes.

Agora, meu terceiro livro, A Menina do Vale 2, tem 24 novas histórias. Ainda continua com essa mesma pegada. São histórias rápidas, com exemplos claros, direto ao ponto, mas são histórias novas. Esse novo livro foca bastante na importância de entender que empreendedorismo é responsabilidade. No meu primeiro livro, eu já falei um pouquinho disso. Eu falava para você esquecer o glamour, porque o empreendedorismo está glamourizado. Muita gente entra nesse mundo pelas razões erradas e não se sustentam, porque se você está entrando para ter horas livres, fazer a própria agenda e não ter chefe, vai perceber que é bem mais dura essa vida. Então, nesse segundoA Menina do Vale, eu quis bater bastante na tecla da responsabilidade do quanto empreendedorismo e responsabilidade têm que andar juntos e do quanto você sai na frente se você já empreende com esse modo de pensar.
É possível ensinar alguém a empreender?
Pelo menos a minha visão sobre empreendedorismo é um pouco mais ampla do que a de muita gente. Muita gente pensa que empreender é abrir uma empresa. Eu acho que um empreendedor cria projetos, serviços, produtos que podem tocar diversas vidas além da dele. Para mim, por exemplo, um estudante de 15 anos que começa um clube de leitura no colégio está empreendendo. Então, eu tenho uma visão ampla de empreendedorismo e acho que tem muito mais a ver com protagonismo e tomar as rédeas daqueles projetos que você quer realizar na sua vida, tanto porque faz sentido para o seu propósito, quanto porque impacta positivamente outras pessoas. Eu acho que isso todo mundo tem dentro de si, todo mundo quer.

O difícil é dar o passo de realmente tomar essas rédeas. Daí, acho que tem uma questão muito mais comportamental do que realmente de um conhecimento específico. Claro, para certas empresas ou certos projetos que você queira começar, você precisa de um conhecimento específico. Você não vai construir um avião sem aprender como construir um avião. O que eu vejo é que a falta de protagonismo, a falta de conseguir levar adiante projetos não tem a ver com a falta de conhecimento, tem a ver com a falta de autoconhecimento, a falta de perseverança, de determinação, de clareza sobre como criar uma rede de relacionamentos que te ajude a seguir adiante. Então, eu acho que têm habilidades comportamentais que são muito específicas e, a meu ver, é muito mais a questão de desenvolver essas habilidades, que todo mundo pode, do que qualquer outra coisa quando se trata de realmente tomar as rédeas dos seus projetos.
Como suas experiências como estudante no MIT e profissional no Vale do Silício, ajudaram você a chegar até aqui?
É interesse isso, porque quando você pega o MIT e vê de longe, pensa que os maiores gênios vão estar lá. Você imagina aquela galera que programa feito louco, quebra a NASA, entra no sistema interespacial. Só que é um monte de ser humano comum cheio de vontade de fazer acontecer. O que mais me marcou no MIT, não foi a genialidade das pessoas. Foi, na verdade, o quanto as pessoas querem se ajudar. , As pessoas são muito simples lá e se ajudam demais. O que eu mais levei do MIT não foi o diploma no quesito de programar como o maior ninja do mundo. Mas, o que eu mais levei foi a vontade de criar coisas que mudam o mundo e referências que me fazem querer ser melhor. Dizem que se você se acha o mais esperto da mesa, você está na mesa errada. Então, eu tava na mesa certa lá, porque tinha muita gente que fazia com que eu quisesse ser melhor e quisesse aprender e crescer mais.

Você deve até pensar que um diploma do MIT deve abrir muita porta. Até abre, mas eu tenho um segundo livro, Procuram-se Super-Heróis, e abre muito mais porta você ser uma pessoa de coração bom, que quer o bem do outro e tem execução, porque na maioria das vezes você quer o bem do outro, mas não entregar nada, do que ter um diploma da MIT. As minhas grandes oportunidades na vida não se abriram por um carimbo ou um diploma. Abriram-se porque eu queria o bem do outro e porque eu entreguei coisas que ajudavam a todos. Então, eu aprendi muito sobre isso tanto lá, quanto no próprio Vale.

O Vale do Silício tem algo peculiar que é muito interessante. É o lugar mais competitivo do mundo. Tem gente muito boa do mundo todo que vai para lá. Mas, ao mesmo tempo, é o lugar mais colaborativo que eu já vi na minha vida. a vida.
Como associar competitividade e colaborativismo?
O que acontece é que eles repararam que, mesmo dentro dessa competição maluca, para você conseguir florescer ideias, produtos e projetos, o foco é gente. O foco é execução. E, para que isso aconteça, você precisa ter um foco nas relações das pessoas e na colaboração. Todo mundo ganha. Até competidores que trocam informação entre si ganham. Então, isso é muito interessante.
Quando você chegou no MIT, você já tinha como ideal promover algo relacionado à educação?
Eu sempre gostei muito de Educação, mas a minha empolgação, desde pequena, era entender como as coisas funcionavam. Estamos aqui gravando o podcast com um microfone. Eu destruiria o microfone para ver como que funciona. Eu sempre fui assim, tanto com eletrônicos, quanto com o fecho de uma pulseira. Mas, até antes de ir, quando eu fiz entrevista para o MIT, eu levei uma caixinha com um monte de coisinhas fofas que eu tinha feito na vida, e ele perguntou o que era aquilo que eu tinha nas mãos. Eu falei que era uma maneira de tentar mostrar para ele que eu iria usar a Educação do MIT para melhorar o Brasil e o mundo. Com 17 anos, eu já tinha essa mente.

Mas acho que o foco em Educação acabou acontecendo quando eu reparei que Educação era a base de tudo. Quando somos menores, observamos e tal, mas só quando passamos por algumas experiências transformadoras que tentamos entender o que nos transformou e vemos o peso de cada uma dessas coisas. Daí que eu fui ver o peso da Educação.
Como vocês da FazInova estimulam talentos e promovem essa ação de educação?
Tem algumas coisas bem interessantes. Quando eu lancei a FazInova, em abril de 2013, estava super preocupada que o conteúdo tinha que ser incrível. Tinha uma baita expectativa. "A Bel vem do MIT, do Vale do Silício, que escola que ela vai criar?" E começamos com cursos, então eu estava muito preocupada. Pouco a pouco eu fui reparando que - é claro que conteúdo é importante -, mas o que é mais importante para ensinar alguém é como você faz as pessoas se sentirem. Então, o conteúdo é mil vezes mais eficaz quando você cria um ambiente no qual a pessoa percebe que está aprendendo. E é assim que a gente faz.

Todos os nossos conteúdos são direto ao ponto, sem enrolação nenhuma, totalmente transparentes. E você, em cinco, dez, quinze minutos de aula, seja online ou presencial, repara que está aprendendo. Isso faz com que você aprenda ainda mais e que continue. Poxa, 40% das pessoas que viram o primeiro vídeo do curso de Canvas Online viram todos os vídeos, que são cerca de 40. Isso é muito raro, alguém terminar os cursos com uma conversão tão alta. E é porque a gente faz dessa maneira. São conteúdos rápidos, exercícios que provam que a pessoa já aprendeu, entre um vídeo e outro, e muito foco em algo que funciona para a pessoa. Então, queremos que a pessoa veja o que funciona para ela.
Que cursos a FazInova oferece?
Temos diversos cursos. Em São Paulo, temos uma escola física que tem cursos de History Telling até Produtividade, além de de Inovação, de Design Thinking e de Como Criar Oportunidades. Então, foca bastante nesse pilar comportamental. E, no online, temos vários cursos que são 100% gratuitos. São mais de 40 mil alunos fazendo esses cursos online. Então, quem acessar www.fazinova.com.br pode acessar desde curso de Como Criar Modelos de Negócios ou Como Levantar Investimento Anjo até Como Escrever Melhor.
Que tipo de resultados você tem obtido em relação à formação de talentos?
A gente tem histórias super legais. O nosso foco não é empreendedorismo no quesito, de novo, de abrir uma empresa. Pode ser que alguém queira escrever um livro - tivemos aluno que escreveu livro. Pode ser que alguém queria gravar um CD. Temos vários alunos que produziram músicas. Pode ser que um aluno queira criar um aplicativo e também temos vários. Então, temos vários cases interessantes.

Tem um cases que eu gosto de contar, porque é lá do começo, do primeiro mês de aula, em que alguns alunos se encontraram no nosso primeiro curso de empreendedorismo. O curso é aberto a todas as idade, então, a gente teve aluno de 8 e 80 anos. E nessa classe havia pessoas dos mais diversos backgrounds e idades. Uma médica, um economista, um desenvolvedor se encontraram no curso, nem eram do mesmo time no curso, mas se juntaram e fizeram um projeto que se chama Doutor Recomenda. Foi muito legal. Logo depois que eles finalizaram o curso da FazInova, eles entraram no Aceleratech, que é uma incubadora da ESPM, super legal e disputada. Eles entraram como foguete e já foram até para a Techcrunch Disrupt lá no Vale apresentar a solução deles. Então, tem muita coisa legal acontecendo. Quem está à frente do projeto é uma economista e uma médica. E é muito legal ver isso acontecer, porque o ramo que eles acabaram tomando tem a ver com a expertise deles, mas nunca imaginaram que iriam montar uma feira no Vale do Silício, apresentando um projeto, um ano depois de terem feito o curso.
Hoje os jovens têm uma relação um tanto conflituosa com a educação. Embora saibam que é importante, eles se sentem entediados em sala de aula, pensando na sala de aula tradicional. Existe saída para esse tipo de confronto?
Eu acho que o problema do jovem não é com a Educação, é com o sistema como ele é agora. É muita enrolação, não vão direto ao ponto e ele não vê um uso tão próximo para aquilo que ele está aprendendo. Eu acho que a Educação, como um todo, é válida. Até aquela aula que parece que você nunca vai usar na vida é válida. Só que, eu, sinceramente, não consigo ver como o sistema atual daqui a dez anos pode existir. Não tem como. Vai colapsar. Ou mudam ou colapsa. Os jovens de hoje já são elétricos, imagina daqui a dez anos? Imagina se com essa disponibilidade de informação, disponibilidade de ferramentas, com essa facilidade de conexões, ele vai ficar sentado cinco anos copiando a lousa? É claro que não vai. É óbvio que não vai. Fora que vai esperar até os 18 anos? Não vai. Ele vai ter acesso antes. Então, eu acho que algumas universidades já acordaram e está na hora de todos acordarem, porque vai colapsar. Ou mudam o modelo ou vai colapsar.

Acho que precisamos simplesmente mudar o modelo. Não é tão simples assim, mas é mudar o modelo. Porque você precisa entregar para o jovem de todas as idades. Nunca tanta gente com mais idade quis aprender também, quis entrar na Educação de novo. Agora, precisa ser feito de uma maneira que o que eles aprendem pareça realmente ter aplicação para eles crescerem num futuro próximo. Acho que essa é a grande mudança. Esse lance de hierarquia professor/aluno tem que acabar. O aluno está no Ipad procurando informação que talvez o professor não vá saber, porque não existe mais um expert. Nunca vai existir, porque quando você aprende sobre um assunto, já tem mais um monte de coisa sobre aquele assunto. Já tem um assunto novo. Então, toda essa relação hierárquica, essa relação de "copia o que eu estou falando", essa relação de decorar não existe.

Não estou dizendo que todas as universidades são assim, mas muitas são. E é verdade. O próprio mercado vê isso. Ontem me perguntaram "Bel, como você contrata na FazInova? Você vê o currículo? Qual a faculdade que você busca?". Eu reparei que eu nem sei onde a galera que trabalha aqui estudou, porque eu nunca dei importância para isso. Claro, as empresas precisam de filtros, mas o que importa para a empresa é o resultado que a pessoa traz e o quanto a cultura dela está alinhada com a cultura da empresa. É isso. Claro que, se você tem um processo de trainee com 50 mil pessoas aplicando, você tem que criar outros filtros, porque tem que filtrar de alguma maneira. Mas, cada vez mais, as próprias empresas vão começar a valorizar outras coisas também. Não o diploma. Simplesmente mais um filtro.
Você foi uma aluna que gostava de aulas práticas e também apreciava teoria. É possível casar esse tipo de coisa?
Eu sempre fui curiosa. Então, eu gostava. Mas, honestamente, se eu pudesse voltar atrás e pudesse começar a trabalhar com 12 anos, eu faria isso. De verdade. Acho que eu teria aprendido muito mais na vida se eu tivesse entrado em uma empresa que me deixasse programar com 11, 12 anos com cliente real e com entrega real, do que se eu estivesse em uma sala de aula.

Aprendi muito no MIT a maneira de pensar. O MIT é muito bom com arquitetura. Então, você aprende a desenhar um programa em que a arquitetura está muito boa. Isso é muito rico. Mas, eu, honestamente, na minha vida toda, aprendi muito mais na mão, na massa. Tanto que as aulas que eu mais gostei no MIT foram as que tinham projetos, que você entrega alguma coisa. Mas, eu acho que se eu pudesse voltar atrás, com 12 anos eu estaria tentando conseguir um emprego.
Quais são as iniciativas que te empolgam na internet hoje?
Tem muitas coisas que eu gosto. Eu acho que, cada vez mais, vemos ferramentas bem interessantes que estão sendo criadas em diversos setores. Eu acho que tem três setores que estão crescendo bastante: um é a Educação; dois é Health Care, parte de saúde; e, um assunto que é o meu favorito, que eu gosto de levantar, o consumo colaborativo. Eu amo essa ideia de que você pode alugar uma casa na Airbnb, ou alugar um quarto totalmente disruptivo em relação à cultura de hotéis. Eu amo essa ideia. No Vale do Silício, você pega um Uber, pega um Lift, você não pega mais táxi. Você pega alguém que é uma carona, na verdade, só que o cara é superinteressante. Só pelo cara fazer parte do Uber, já tem uma história interessante, já bate um papo legal. Então, eu gosto muito de consumo colaborativo e eu acho que, inclusive, ele ajuda as pessoas a serem menos materialistas. Por isso, eu amo.

Eu tenho um programa aqui na FazInova que é um programa de imersão no Vale do Silício. Todo ano, a gente pega 14, 15 pessoas, que são alunos ou pessoas altamente interessadas nessa viagem. Eu vou para o Vale e passo uma semana lá, tentando, em uma semana, mostrar o melhor que o Vale já me ofereceu em cinco, seis anos. Para mim, é muito interessante mostrar o lado de consumo colaborativo. A gente focou muito nisso. Acho que uma das tendências da web que mais me animam é o consumo colaborativo.
Quais os próximos desafios e projetos que você pretende encarar?
A FazInova toma a minha vida. Cada vez mais, como empreendedora, eu toco isso daqui. Tem duas Bels, se você parar para pensar. Tem a Bel empreendedora e a Bel comunicadora. Claro que elas se misturam aí, mas o que você vê na web é a Bel comunicadora. Quando eu estou lançando o meu livro - e quem quiser baixar o novo livro está disponível em www.ameninadovale.com -, um artigo que eu escreva (tenho uma coluna na Exame PME), o quadro que eu tenho diário na CBN... isso você escuta porque está lá na mídia. Mas a Bel empreendedora, que é o que eu fico fazendo aqui na FazInova, que é gerindo pessoas, criando e revisando projetos, isso toma 99% da minha vida. Então, esse é o grande projeto.

Eu adoro a parte de comunicação e agora, junto com esse novo livro, eu vou para 26 estados. Então, quem quiser participar, no seu estado vai ter uma palestra. Se você quiser aparecer nessa palestra, receber um livro assinado, dê uma olhada em www.fazinova.com/legado que você pode participar dessas palestras, contribuir com 10 reais ou mais para a campanha e receber várias recompensas. Então, esses são os grandes projetos do ano: o legado da A Menina do Vale e a FazInova.

 

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