
Freinet foi adepto das pedagogias ativas e colocava o trabalho como elemento central na organização das aprendizagens escolares. Sua pedagogia baseava-se na cooperação entre os alunos e os educadores, e os tempos e espaços escolares deveriam ser estabelecidos em função do interesse dos alunos.
“A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola”;
“Se não encontrarmos respostas adequadas a todas as questões sobre educação, continuaremos a forjar almas de escravos em nossos filhos”
Para uma Escola do Povo, Célestin Freinet, 144 págs., Ed. Martins Fontes (1969);
Pedagogia do Bom Senso, Célestin Freinet, 164 págs., Ed. Martins Fontes – (Les dits de Mathieu - l949),
Antes de ler Freinet leia:
Ovide Decroly
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