
Erasmo, escritor humanista, criticou a educação do seu tempo, que considerava excessivamente severa. Escreveu tratados de civilidade, defendendo uma educação da criança voltada para a disciplina do corpo, dos comportamentos, e valorizando o jogo e a brincadeira no decorrer do processo de aprendizagem.
“Ninguém pode escolher os próprios pais ou a pátria, mas cada um pode moldar sua personalidade pela educação”;
“Toda educação saudável é uma educação sem controle religioso”
O Elogio da Loucura, Erasmo de Rotterdam, 223 págs., Ed. Martins Fontes; (1509)
A Civilidade Pueril, Erasmo de Roterdã. (1530)
Erasmo da Cristandade, Roland H. Bainton, 385 págs., Ed. Calouste Gulbenkian
Antes de ler Erasmo de Roterdã leia:
Tomás de Aquino e Agostinho
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