
Florestan Fernandes considerava a escola pública, laica, gratuita, universal e de boa qualidade como meio para reduzir as desigualdades sociais. Para ele, as ciências sociais deveriam contribuir para desvendar os mecanismos pelos quais nas sociedades capitalistas essas desigualdades se produzem e reproduzem.
“Na sala de aula, o professor precisa ser um cidadão e um ser humano rebelde”
“Hoje se trata mais concretamente de colocar o cidadão no eixo da reflexão pedagógica transformadora”.
Educação e Sociedade no Brasil, Florestan Fernandes, 614 págs., Ed. Dominus/Edusp; (1966)
O Desafio Educacional, Florestan Fernandes, 264 págs., Ed. Cortez
Antes de ler Florestan Fernandes leia:
Karl Marx
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