
Rompendo com o tradicional monopólio da Igreja Católica sobre a educação escolar, Lutero defendeu a institucionalização do Estado como o responsável pelo ensino. Para ele, as escolas deveriam ser cristãs e de frequência obrigatória. A educação seria para todos, independentemente do gênero e classe social, embora tivesse objetivos diferentes para os distintos grupos sociais.
“Quando a escola progride tudo progride”
História da Educação, Mario Alighiero Manacorda, 382 págs., Ed. Cortez;
Lutero e Libertação, Walter Altmann, 352 págs., Ed. Sinodal
LUTERO, Martinho. Obras selecionadas. São Leopoldo: Comissão Interluterana de Literatura, 1989.
Antes de ler Martinho Lutero leia:
Santo Agostinho
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